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Sábado do Screenshot #3

Essa semana a leva vai ser mista: filmes e videogames. Espero que goste, leitor! (para ver as imagens em tela cheia, clique no ícone azul da câmera fotográfica e selecione a opção "Go fullscreen") Para ver mais das minhas imagens favoritas, me procure no Instagram

(Aprendendo a Apreciar) Adaptações

Não acho muito normal pensar no assunto dessa forma, mas sempre entendi que adaptações — independendo as mídias de origem e de destino — têm muito em comum com telefone sem fio, aquela brincadeira de criança. Para quem não teve infância, ou para quem cresceu num lugar onde a brincadeira não era muito comum, eu explico: telefone sem fio consiste em ouvir o coleguinha sussurrando no seu ouvido e depois sussurrar no ouvido de outro coleguinha o que você entendeu. A graça estava no fim do percurso de sussurros, quando o último coleguinha da fila falava em voz alta o que ele tinha entendido e, com níveis variados de hilaridade, o que ele falava não tinha nada a ver com o que foi dito pelo que sussurrou primeiro. Agora que penso no assunto, não era uma brincadeira muito boa — mas ainda acredito que ela transmite muito bem a ideia geral de se adaptar uma obra para outra mídia. Imagine-se, caro leitor, dirigindo a próxima adaptação de Senhor dos Anéis . Imagine-se dividindo o controle criativo...

Resenha │Who Invited Them

Top Gun: Maverick , Trem-Bala , Fall , Doutor Estranho: Multiverso da Loucura , The Gray Man e   Nope : seis. Esse é o número de filmes lançados neste ano de que gostei. O argumento pode ser feito, até certo ponto com validade, que num período que viu o lançamento de centenas de filmes o problema está em mim, e não na indústria; eu mesmo admito o pecado de ainda estar ocupando assistindo clássicos em meu tempo livre, de forma que sobra pouco tempo para ver os contemporâneos. Chega a ser verdade, também, que meu saldo positivo em 2022 excede em muito o do ano preterido — em 2021 eu só consigo me lembrar de dois filmes,  Annette e Seánce , que me encantaram o suficiente para que eu gostasse de verdade (excetuando o pipocão impossível de se desgostar do Homem-Aranha, claro). Sim, caro leitor, posso admitir tudo isso e ainda assim professar minha verdade: os anos 20 vêm sendo desinteressantes, chatos e com muito pouco para se gostar no que diz respeito ao cinema. Talvez sejam...

Sábado do Screenshot #2

Salvar screenshots  de filmes que gosto logo depois de assisti-los se tornou uma espécie de ritual obrigatório para mim, e neste sábado decidi compartilhar algumas dessas capturas de tela com você. Encare os screenshots  que mais gostar como indicações — se um filme é bonito, geralmente quer dizer que vale a pena assistir. (para abrir imagens em tela cheia, clique no ícone da câmera azul no canto inferior esquerdo e selecione a opção "Go fullscreen") Para mais das minhas imagens favoritas, me siga no Instagram .

Em defesa de protagonistas idiotas

  Um dos grandes desafios da escrita criativa — especialmente  no que tange à caracterização — é entender onde termina o escritor e começa o personagem. É muito difícil para mim, por exemplo, separar minha visão de mundo da que a pessoa que estou escrevendo deveria ter. Há também aquela suave camada de fantasia pessoal em que quero que o personagem reaja a certas situações como eu reagiria no lugar dele, o que em si mesma ajuda a criar as muitas armadilhas  self-insert istas. Para quem não sabe, self-insert ("autoinserção") é o nome que anglófonos dão a personagens que evidentemente criados como versões ficcionais da pessoa que os está escrevendo, geralmente com o intuito de "interagir" com os demais personagens da história de forma quase fetichista. O único caso de que consigo lembrar é o de Jake Goldman , que se incluiu na nova geração do desenho animado das Meninas Superpoderosas como um interesse amoroso da Florzinha, mas o fato é que a prática não é nem de long...